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Comunidades Criativas e Saberes Locais: Experiências do PROCAD-AM-UFMA-UEMG-UFPR em ensino e pesquisa (PDF)

A experiência no PROCAD gerou muitos frutos que ainda estamos colhendo. A troca de saberes entre as universidades, seus professores e alunos foi o grande diferencial do projeto. Tendo como foco o Maranhão, a união dos três programas de pós-graduação, da Universidade Federal do Maranhão, Universidade do Estado de Minas Gerais e Universidade Federal do Paraná permitiu uma troca de experiências intensa, na qual a convivência demonstrou como os saberes ligados ao Design cruzam fronteiras e se modificam a partir das visões do que vivenciamos e aprendemos.
A segunda obra derivada desta parceria apresenta as ações que desenvolvemos durante o projeto e já revela o teor de discussões e aprendizagens que coletamos ao longo do tempo. A proposta da obra divide-se em dois momentos. A primeira parte visa discutir ações de Design e comunidades urbanas, desde a pesquisa de materiais, métodos e aplicação da inteligência artificial, pensando na concepção do Design como um processo social e a parte dois tem como foco especificamente as atividades desenvolvidas junto a comunidades tradicionais do Maranhão.

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Descrição

A experiência no PROCAD gerou muitos frutos que ainda estamos colhendo. A troca de saberes entre as universidades, seus professores e alunos foi o grande diferencial do projeto. Tendo como foco o Maranhão, a união dos três programas de pós-graduação, da Universidade Federal do Maranhão, Universidade do Estado de Minas Gerais e Universidade Federal do Paraná permitiu uma troca de experiências intensa, na qual a convivência demonstrou como os saberes ligados ao Design cruzam fronteiras e se modificam a partir das visões do que vivenciamos e aprendemos.
A segunda obra derivada desta parceria apresenta as ações que desenvolvemos durante o projeto e já revela o teor de discussões e aprendizagens que coletamos ao longo do tempo. A proposta da obra divide-se em dois momentos. A primeira parte visa discutir ações de Design e comunidades urbanas, desde a pesquisa de materiais, métodos e aplicação da inteligência artificial, pensando na concepção do Design como um processo social.
Assim, Raimundo Lopes Diniz; Lívia Flávia de Albuquerque Campos discutem práticas de ensino e aprendizado para o desenvolvimento de artefatos no artigo “As abordagens ‘Design Centrado no Usuário e no Humano’: práticas de ensino/aprendizado direcionados ao processo do desenvolvimento de artefatos”.
A acessibilidade e as possibilidades de aplicação de diversos materiais e processos são o cerne das discussões de Maria Lúcia Leite Ribeiro Okimoto; Maria Regina Álvares Correia Dias; Mariany Costa Carvalho em “A acessibilidade de pessoas com necessidades especiais em espaços culturais: abordagens do design para inclusão e pesquisas na UEMG, UFPR e UFMA”. E também nessa perspectiva temos “Seleção de materiais no design: aplicação do método Permatus”, de Maria Regina Álvares Correia Dias e a discussão sobre inovação ligada à tecnologia no capítulo “Inovação na Avaliação Ergonômica: Aplicações da Inteligência Artificial e Visão Computacional com a Plataforma Kinebot” de Maria Lúcia Leite Ribeiro Okimoto; Alison Alfred Klein.
Fechando esta primeira parte, Rita Aparecida da Conceição Ribeiro; Anderson Antonio Horta retratam as ações de Design para transformação, divulgação e inclusão social a partir dos projetos desenvolvidos por seu grupo de pesquisa em “Design como processo social: A atuação do Grupo de Pesquisa Design & Representações Sociais do Programa de Pós-Graduação em Design da UEMG”.
A parte dois tem como foco especificamente as atividades desenvolvidas junto a comunidades tradicionais do Maranhão.
Desde a aplicação do sistema produto-serviço de forma a auxiliar a economia solidária no capítulo de Luiza Gomes Duarte de Farias, Luiz Cláudio Lagares Izidio, Thaynara Pinto Gonçalves, Raquel Gomes Noronha, Aguinaldo dos Santos “Sistema produto-serviço em diálogo com a economia solidária: conciliando valores e cosmologias para a autonomia de comunidades artesãs no Maranhão”, que dialoga com a proposta de Kátia Andréa Carvalhaes Pêgo “Abordagem sistêmica como tema de Oficinas em territórios maranhenses”. Sem deixar de lado questões teóricas que perpassam o ensino e a pesquisa temos
os capítulos “Design e antropologia: teorias, práticas e entrecruzamentos de saberes em um workshop do PROCAD-AM”, de Raquel Gomes Noronha e “Boas práticas de pesquisa em design: experiências sobre ética construídas em campo de pesquisa” de Edson José Carpintero Rezende, Raquel Gomes Noronha e Tayomara Santos dos Santos.
Encerro esta pequena apresentação que, nem de longe, demonstra a riqueza de conteúdo presente nos capítulos, mas dá ao leitor um panorama do que foi nossa experiência nesse projeto. Ao transitar pelos textos pude perceber o quão importante é que existam programas que unam as pesquisas em todo o país. O Brasil é um território imenso e de diversidade cultural ímpar. Quando vivenciamos essas nuances compreendemos como o Design se encaixa perfeitamente em nossa cultura, porque ele é diverso. Assim como nós. Boa leitura!

SUMÁRIO

PARTE 1 – Design e comunidades urbanas

CAPÍTULO 1
As abordagens ‘Design Centrado no Usuário e no Humano’: práticas de ensino/aprendizado direcionadas ao processo do desenvolvimento de artefatos (físicos e/ou digitais)
Raimundo Lopes Diniz; Lívia Flávia de Albuquerque Campos

CAPÍTULO 2
A acessibilidade de pessoas com deficiência em espaços culturais: abordagens do design para inclusão e pesquisas da UEMG, UFPR E UFMA
Maria Lúcia Leite Ribeiro Okimoto; Maria Regina Álvares Correia Dias;
Mariany Costa Carvalho

CAPÍTULO 3
Inovação na Avaliação Ergonômica: aplicações da Inteligência Artificial e visão computacional com a Plataforma Kinebot
Maria Lúcia Okimoto; Alison Alfred Klein

CAPÍTULO 4
Seleção de materiais no design: aplicação do método Permatus Maria Regina Álvares Correia Dias

CAPÍTULO 5
Design como processo social: a atuação do Grupo de Pesquisa Design & Representações Sociais do Programa de Pós-Graduação em Design da UEMG
Rita Aparecida da Conceição Ribeiro; Anderson Antonio Horta

PARTE 2 – Design com comunidades tradicionais

CAPÍTULO 6
Sistema produto-serviço em diálogo com a economia solidária: conciliando valores e cosmologias para a autonomia de comunidades artesãs no Maranhão
Luiza Gomes Duarte de Farias; Luiz Cláudio Lagares Izidio; Thaynara Pinto
Gonçalves; Raquel Gomes Noronha; Aguinaldo dos Santos

CAPÍTULO 7
Design e antropologia: teorias, práticas e entrecruzamentos de saberes em um workshop do PROCAD-AM

CAPÍTULO 8
Boas práticas de pesquisa em design: experiências sobre ética construídas em campo de pesquisa
Edson José Carpintero Rezende; Raquel Gomes Noronha;
Tayomara Santos dos Santos

CAPÍTULO 9
Abordagem sistêmica como tema de Oficinas em territórios maranhenses
Kátia Andrea Carvalhaes Pêgo

Informação adicional

Dimensões

20 cm x 20cm

ISBN

978-85-88673-14-4

Páginas

244

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